quinta-feira, 25 de abril de 2013
BUNDA NO CHÃO
Ontem (24.04.13) foi meu niver de 3 anos, é, 3 aninhos. Ainda sou um bebê não é mesmo?! Dentro desses 3 anos de minha nova vida ainda não tinha sentado a bunda no chão como deveria (como deveria porque em São Paulo eu experimentei o chão depois que minha mãe me derrubou da cadeira devido a altura do batente, era minha primeira consulta com o neurocirurgião, que fez o serviço de remendar a coluna desse quebradinho, depois da alta). Então, ontem, foi de fato, o dia que sentei o rabo no chão como manda o figurino. Tudo começou segunda-feira (22.04.13) quando eu falei pra minha fisiocarrascoterapeuta (é assim que eu a chamo carinhosamente) que precisava treinar voltar pra cadeira depois de cair de costas pro chão. Ela já tinha falado pra mim de voltar pra cadeira mas pela frente e estávamos treinando isso a algum tempo. O estopim para tudo isso foi o vídeo que a mostrei de uma amiga, a Aline Rocha, caindo de costas e voltando a ficar "de pé".
Depois disso, fomos pesquisar vídeos de cadeirantes que "caiam" no chão e depois voltava para a cadeira. Eu não consegui encontrar nada e já tinha desistido e, como minha fisio é mais persistente do que eu, ela encontrou os vídeos que precisávamos. Ela me mandou o link para acessar os vídeos e aí parceiro, fiquei com medo óh...hehehe. A danada disse que eu ia fazer no próximo atendimento e completou com esta frase: "Se houver 1% de chance, teremos 99% de FÉ!". Fui na FÉ, e deu no que deu. Olha o vídeo aí.
Eu confio plenamente na minha fisio, e se ela disser que eu posso e tenho condições de fazer, vou lá e faço.
Um grande abraço a todos!
domingo, 24 de março de 2013
Merecedores de um LIVRO
Hoje, irei prestar uma homenagem a duas pessoinhas muito especiais que tenho o ORGULHO de fazer parte de seus ciclo de amizades e, me orgulho MUITO de ser amigo deles, por mais que a distância nos separe eu sempre os guardo em meu coração.
Primeiro Personagem: REGINALDO (carinhosamente eu o chamo de VAGABUNDO, tenho meus motivos, né não seu vagabundo)
Conheci esse vagabundo quando fui lotado na Setrabes (Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social) depois do “concursão” promovido pelo Governo do Estado para o preenchimento de vagas ao serviço público que se iniciou em 2003 e finalizou com a lotação dos servidores em Maio de 2004.
Trabalhamos juntos um bom tempo e tive a oportunidade de conhecer mais de perto a realidade de um cadeirante, sua rotina, dificuldades diárias e outras coisas mais, né seu vagabundo.
Tudo na vida tem seus motivos, está escrito, é destino, não podemos fugir disso. Nunca falei isso abertamente, mas de todas as Secretarias de Estado existente em meu Estado a Setrabes era a única que não queria ser lotado por saber que esta secretaria, é uma secretaria estratégica e que os olhos dos políticos estão sempre voltados a programas e projetos assistencialistas que lhes servem como uma “ponte” para se promoverem usando aqueles que mais necessitam de ajuda de fato. Inclusive, “é a secretaria da primeira dama” em muitos Estados, e aqui não é diferente.
Mas voltando ao assunto REGINALDO, comecei a admirá-lo a cada dia. Era uma alegria de viver, sempre bem humorado, mesmo muito cobrado pela chefe. Um cara muito na dele, discreto e transpassava para nós que tudo estava bom. Lembro de uma oportunidade que ele estava faltando e ficamos preocupados. Nessa época ele morava sozinho próximo ao trabalho. Tomei a iniciativa e pedi permissão da chefe para averiguar o que estava acontecendo. Fomos, uma amiga e eu, em seu “resgate”. Chegando lá, “arrombamos” a porta de seu apê (brincadeirinha, não fizemos isso não), e lá estava o vagabundo, tranqüilo e calmo, almoçando. E a gente preocupado porque não conseguíamos entrar em contato através de seu celular, que por sinal vivia trocando de número (oooooooooooo bicho enrolado).
Ele tinha acabado de fazer seu almoço e estava se deliciando, e o vagabundo nem ofereceu “o seu di cumer”. Conversamos um pouco e o vagabundo disse que estava de licença, repousando, pois estava com dengue. Aaaaaaaaaaaaaa vagabundo, porque não avisou, seu safado.
Essa foi uma de suas historinhas que tive a satisfação de ter participado.
Segunda Personagem: MARIA DO CARMO (DELEGADINHA, para os íntimos...rs)
A Do Carmo é uma estrela, brilha por si só, tem seu próprio brilho. Uma pessoa maravilhosa que conheci a pouco mais de 2 anos (já na cadeira, eu) numa reunião para fundarmos uma associação de desportos para pessoas com deficiência. Ela já esteve a frente de uma associação voltada a esse fim, que por sinal, foi na sua gestão que as pessoas com deficiências tiveram sua maior evidência aqui no Estado. A modalidade esportiva com maior força na época era a natação, onde a própria, era uma das melhores nadadoras da equipe e, também, buscava índice nacional. Outra modalidade forte era o tênis de mesa que também tinha bons atletas.
Passei a admirá-la após a escolha para a liderança dessa associação onde nós fomos os mais votados pois tivemos mais tempo pra nos conhecermos. O engraçado é que nenhum dos dois queria ser o presidente e acabou que fiquei como presidente e ela a minha vice. O fato é que ali estavam pessoas que não tinham um objetivo em comum, o de praticar esporte. Muitos estavam ali para ver quem era quem, outros queriam se aparecer, outros esperavam acontecer e não queriam mover a engrenagem, ou seja, meu sonho não é igual ao de beltrano que não é igual ao de fulano.
Pois bem, nem tudo foi perdido, e sim, fiz um achado. Percebi que conheci uma guerreira e que me motivou a ser uma pessoa melhor. Foi ela que me apresentou ao Tiro Esportivo e conseguimos pouco movimento para o pessoal que estava envolvido com a associação. Muitas desculpas eram ditas. Mas um dos maiores motivos era a falta de condução para o transporte. Até quem tinha a plena condição (transporte) de participar dos eventos não participava porque, simplesmente, não podia atrapalhar o sono de seus filhos aos finais de semana, pois os torneios são sempre organizados aos domingos pela manhã para que todos pudessem participar.
No final das contas eu saí no saldo. Descobri a tempo que o maior interessado em por a associação para funcionar queria nos usar para fins de arrecadar fundos para próprio beneficio e escapei de uma boa. Mas o melhor de tudo foi ter essas duas pessoinhas ao meu lado sempre me dando força e me apoiando.
Aos meus amigos, Reginaldo e Do Carmo, aquele abraço.
Um grande abraço a todos.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
MUITO O QUE CONTAR
São tantas coisas que me
aconteceram que nem sei por onde começar. Mas vamos começar então pelas minhas
TENDINITES que estão me atormentando a vida e meu saquinho pequenininho. Punhos
e cotovelos estão sofrendo (na verdade quem sofre sou eu) com essas inflamações
que insistem em se estabelecer nesse corpinho “sarado”. As dores
intensificaram-se com a malhação, que por sinal estava indo num ritmo ótimo de
treino. Por causa dessa danada tive que dar uma paradinha na academia. Essa
danada já tinha me feito parar de treinar tênis de mesa devido aos movimentos
repetitivos dos golpes que os mesatenistas aplicam em uma partida e muito mais
em seus treinamentos.
Já cansei de ouvir de meus
fisioterapeutas que tenho que fazer reforço muscular e blá blá blá e blá blá
blá. Mas como eu faço esse reforço muscular se as dores não passam? Já tem
alternativas para isso!!! Uma delas é tratar com os fisio’s e sanar de vez
essas dores. A outra é mais radical, “tratamento de choque”. Jogar carga
(malhar pesado mesmo) e trabalhar em conjunto com a fisioterapia para sanar e
fortalecer o tônus muscular das partes afetadas. Testei e deu certo, andei com
minha HandBike e fiz uma sobrecarga sobre tudo que estava me doendo e senti uma
pequena melhora mesmo. Essa é uma nova técnica descoberta há pouco tempo por um
desportista que sofria com uma tendinite no tendão de aquiles e foi recomendado
pelo seu médico à rompe-lo para que se fosse feito uma cirurgia para a correção
do mesmo. Gostei da idéia (mas não de romper meus tendões não, chega de
cirurgias). Senti somente dores musculares, normal para o esforço. Dormi que
foi uma beleza. Só que no outro dia eu tive que encarar a sala que trabalho.
O frio que lá faz.
Meeeeeeeu Deeeeeeeeeeeeeeeeeeus!!!!
Percebi que essas duas
coisinhas, FRIO & TENDINITE, não combinam de jeito e maneira. A coisa lá é
russa, ou seja, é um frio de lascar. As “dobradiças” vão emperrando, os
movimentos vão limitando, para se dobrar ou esticar o braço é aquela
‘ladainha’, o braço estica e dobra bem devagarzinho, e ainda trabalho com
digitação, e ainda tô digitando esse texto neste exacto momento, é mole? E sem contar com os espasmos também. Fico
imaginando a galera lá do sul, devem sofrer um bocado.
Pois bem, a tendinite é uma
das minhas novidades e a outra é minha HANDBIKE que já até comentei lá em cima.
A sensação de voltar a
“pedalar” novamente é indescritível mas vou tentar explicar.
Para saber essa sensação
maravilhosa de voltar a pedalar é só esperar “as cenas do próximo capítulo”...
Um grande abraço a todos.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
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