A realidade me arrebatou e por isso que abandonei, meio que temporariamente este blog (ele já estava cheio de teias de aranha, todo empoeirado, jogado as moscas mesmo...hehehehehe), mas ontem eu tive uma grata surpresa, aliás, duas gratas surpresas. A primeira foi uma ligação que recebi de uma jornalista interessada em fazer uma matéria com esse doidim aqui. Quem diria que um dia esse desarrumado fosse contactado para fazer uma matéria, seja lá qual fosse a pauta, para um jornal e, lá de São Paulo. O que mais me deixou surpreso foi o fato de que, através do blog, me recomendaram para essa matéria. Confesso que até agora eu to meio confuso com tudo isso.
A Fernanda Santos é jornalista responsável pelas matérias da revista Transporte Alternativo de publicação bimestral e com alcance Nacional, e elas podem ser encontradas nos veículos das cooperativas de transportes públicos que nós utilizamos (link: http://www.editorafolha1.com.br/revista.html).

Dispus-me inteiramente a ajudá-la (a jornalista Fernanda) de alguma forma em que eu possa ser útil.

O outro meu grande objetivo com a construção do VISÃO DIFERENCIADA foi tentar manter a minha mente sempre em atividade, trabalhando e buscando sempre informações para não ficar doido e surtar de uma vez por todas...kkkkkkkkkkkkkk. Depois disso começaram-me surgir idéias e mais idéias com o site/blog. Hoje eu estou fazendo uma grande pesquisa em relação aos esportes para cadeirantes, mas, dei uma parada por andar desmotivado esses longos dias que “abandonei” o VISÃO DIFERENCIADA.
Mas, como havia falada antes em duas gratas surpresas, a outra segunda grande surpresa que tive foi ver o depoimento de Juninho. Poxa, que emoção enorme que tive quando li seu depoimento no meu blog. Crescemos juntos no bairro de Jardim Atlântico – Olinda – PE e temos muitas histórias para contar, como foi boa minha infância, boa é muito pouco pra expressar uma infância inesquecível. Brincamos muitos ele, eu e Thiago.
Nossa, não estou nem conseguindo escrever este post de tão feliz que estou. Não é brincadeira, ter um contato com uma pessoa que fez parte de sua infância e, que depois de anos, desde outubro de 1994, sem manter nenhum tipo de contato, nem telefone, celular, carta, e-mail, sinal de fumaça ou de tambor...hehehehe.
Essas histórias de criança eu irei contar como continuação do post anterior, não percam. Agora é sério, eu vou dar continuidade...rsrsrsrs.
Um grande abraço a todos.